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IPVA (IMPRIMA E GUARDE
NO CARRO)
Olha a gente perdendo o Direito por não utilizar. JUSTIÇA VOLANTE E tDE IPVA. (VALE A PENA SABER E DIVULGAR). O novo número da JUSTIÇA VOLANTE: |
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ataques cardíacos, além da
dor no braço esquerdo!!!
Deve-se, também, prestar atenção a uma dor intensa no queixo, assim
como às náuseas e aos suores abundantes, pois estes também não são
sintomas vulgares.
Detalhe: pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, já não se levantaram!!!
Porém... a dor no peito, pode
acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e
engula-as com um pouco de água.
Importante...NÃO DEITE!
Em seguida, ligue para o 192 (SAMU) ou 193
(BOMBEIROS) e diga:
'ataque cardíaco'
e que tomou 2 Aspirinas
.Sente-se
numa cadeira ou sofá e espere pela chegada dos atendentes da
Emergência do
192 (SAMU) ou 193
(BOMBEIROS) e mais
importante
.......NÃO SE
DEITE!!!!
Um
cardiologista afirmou que, se cada pessoa que ao receber este mail
o enviar para 10 outras pessoas, com certeza pelo menos uma vida
poderá ser salva! .....
Eu já fiz,... outros já fizeram então,...
...faça também o seu trabalho!!!!!!!
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não
percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho
deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite
que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem
intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade, e eu poderia
suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus
amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o
quanto minha vida depende de suas existências...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta
mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas porque
não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto
deles.
Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e
não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus
amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não
declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que
ele não tem noção de como me são necessários, de como são
indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do
mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu
encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles
morrerem, eu desabo! Por isso é que sem que eles saibam, eu rezo
pela vida deles. E me envergonho porque essa minha prece é, em
síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu
egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo
e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por
não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece, é que a roda furiosa da
vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando
comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e,
principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que
são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os."
Gostaria de ter os créditos, mas não tenho. Esse texto tem que ser repassado, é muito lindo!
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AMOR INSUPERÁVEL
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Ele veio à luz numa noite quase fria e para aquecê-lO, serviram-se os pais de palhas e feno, destinadas aos animais do local onde se abrigavam. Teve Sua vida ameaçada, desde os meses primeiros, por quem temia se ver destituído do trono das vaidades. Vagou por terras estrangeiras, retornando à cidade de Seus pais, para crescer em graça e vitalidade. O clima político era de intranquilidade. O povo a que pertencia era escravo de nação arbitrária e dominadora. O governo estava centrado no acúmulo das riquezas e na manutenção do poder pela força, desde que lhe faleciam razões outras. Toda vez que lhe mencionariam o nome, ao longo dos séculos que viriam empós, seria lembrado como Aquele que viera de cidade das menos expressivas de Sua nação. Seu pai não detinha projeção social. Era carpinteiro e cedo, Suas mãos longas e finas passaram a modelar a madeira. Quando o tempo se fez próprio, fez-Se conhecer dos homens, servindo-Se de frases ditas muitos séculos antes de Sua vinda. Frases de conhecimento popular, repetidas de geração a geração, em cânticos de esperança. Mas aqueles mesmos para quem viera, não O reconheceram. Esperavam alguém cheio de pompa e Ele fez-Se pequeno, para amar e servir aos homens. Acusaram-nO de crime de sacrilégio porque ousou afirmar a Sua filiação Divina, desvelando-nos o Pai de todos nós. Chamou os que O seguiam de amigos, patenteando que a amizade é dos mais puros sentimentos. Afirmou que Se ofereceria em holocausto, no momento oportuno e que, pelos Seus amigos, daria a própria vida. Lecionou a alegria, fazendo-Se presente em momentos de importância da vida de parentes e pessoas que desejavam com Ele partilhar o pão, a mesa, a amizade. Abençoou com Sua presença um casamento, assinalando a importância da família. Chamou a Si os pequenos, afirmando da importância do período infantil e, educador excepcional, disse das graves responsabilidades de se bem conduzir essa quadra da vida. Esteve com os jovens e, idealista, convidou-os para O seguirem, a fim de que tivessem a sua juventude abençoada pelo amor imperecível. Fez da natureza Seu templo e Sua escola, chamando a atenção dos que O ouviam para as coisas pequeninas. O grão de mostarda, a figueira improdutiva, a sega no momento apropriado, a periodicidade das estações, uma folha de árvore. Ensinou a nobreza no sacrifício por amor à verdade. Com Seu sangue regou o ânimo dos que Se lhe tornariam seguidores, no transcorrer dos evos. Retornando do país do Além, Ele que fora abandonado, traído, apresentou-Se para consolar os amigos. Atestou a Imortalidade com a Sua presença, permitindo-Se tocar, apalpar. Conhecedor das necessidades humanas mais primárias, não Se pejou em preparar, na praia, o fogo, oferecendo aos amigos pescadores, o alimento, em Seu retorno das lides. Foi filho amoroso, amigo incondicional, servidor da Humanidade. Nada exigiu. Exemplificou a perfeição e, num convite veemente, estabeleceu que quem O desejasse imitar, bastava tomar de Sua cruz e segui-lO. O que Ele fazia, todos podiam realizar. Não prometeu recursos amoedados ou situações de privilégio. Ele era o Modelo e Guia, sem sequer possuir uma pedra para repousar a cabeça. Não era excepcional, afirmava. Filho do Pai Excelso, comungando de Sua vontade, revelou-nos a nossa filiação Divina. E no Seu testamento de amor afirmou que somos os herdeiros das estrelas, os senhores dos astros, viajores do Universo. Chamam-no Nazareno, Amigo Celeste, Galileu, filho de Deus. Não importa. Ele é Jesus, o amor insuperável. Nosso Mestre, Amigo, Irmão |
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